IA sem critério
Ferramentas entraram em várias frentes. Cada área foi por um caminho. Nenhuma iniciativa virou processo.
Trabalho com lideranças de médias e grandes empresas que precisam conectar essas três frentes em um sistema que funciona, não em iniciativas paralelas que não se falam.
É falta de arquitetura. O time de marketing produz. A área de dados mede. Alguma pessoa está testando IA. E ninguém consegue conectar tudo isso a um objetivo de negócio com clareza.
Ferramentas entraram em várias frentes. Cada área foi por um caminho. Nenhuma iniciativa virou processo.
Experimentos acontecem. Alguns resultados aparecem. Mas nada escala porque falta a lógica que conecta aquisição, retenção e receita.
O time trabalha. A diretoria cobra resultado. Mas existe uma distância entre o que o marketing entrega e o que o negócio precisa.
Antes de recomendar qualquer ferramenta, processo ou ação, o trabalho começa com um diagnóstico do que está acontecendo de fato na empresa.
Não como departamento que produz conteúdo. Como estrutura que conecta mensagem, canal, operação e receita com coerência.
Não como moda de ferramenta. Como alavanca de produtividade e decisão, com critério sobre o que automatizar, o que integrar e o que manter humano.
Não como hack de canal. Como lógica de crescimento que conecta aquisição, ativação e expansão ao objetivo financeiro da empresa.
Antes de proposta, existe uma conversa. O objetivo é entender o que está gerando resultado, o que está apenas gerando ruído e o que a liderança ainda não parou para questionar.
Com o diagnóstico feito, o trabalho é alinhar processos, papéis e critérios de decisão antes de qualquer execução começar.
O trabalho não termina na entrega de um documento. O acompanhamento acontece enquanto as mudanças estão sendo implementadas.
O negócio cresceu. O time de marketing cresceu. Mas a área ainda responde à operação em vez de antecipar o crescimento.
A empresa quer avançar em IA. Há iniciativas acontecendo. Mas falta alguém para definir o que deve entrar no sistema, em qual ordem e com qual objetivo.
Mudança de modelo, novo produto ou novo mercado. Antes de aumentar investimento, precisa de clareza sobre onde o marketing está e o que precisa ser reorganizado.
Eric Klein começou na tecnologia, infraestrutura, redes e governança, e migrou para marketing quando percebeu que o maior problema das empresas não era falta de ferramenta. Era falta de arquitetura de pensamento.
23 anos conectando marketing, tecnologia e resultado. Formação em tecnologia, MBA em Big Data pela FIA. Setores de atuação: saúde, educação, tecnologia, bancário, agro e mídia.
O diagnóstico vem antes de qualquer solução. A tecnologia é consequência da decisão, não o ponto de partida.
Formação em TI, mas a conversa sempre foi com quem decide, não com quem opera sistema.
O trabalho não é um relatório entregue ao final. É acompanhamento próximo enquanto as mudanças acontecem.
O que Eric ensina e aplica em consultorias é o mesmo que estrutura as quatro frentes do ecossistema.
inteligência aplicada à decisão
operação e crescimento B2B
conteúdo e experiência de marca
autoridade contínua em conteúdo
O primeiro passo é entender o contexto da sua empresa. Sem pitch de entrada. Sem proposta genérica. Se fizer sentido trabalharmos juntos, o caminho fica claro na primeira conversa.